O Ato, aprovado em assembléia, acontecerá nesta quarta-feira, 09 de maio à partir das 09:00hrs, onde os estudantes se reunirão em frente ao prédio da reitoria, na Av. Sena Madureira – Ibirapuera/Vila Clementino.
O ato no CONSU tem como finalidade a mobilização do movimento estudantil como unidade contra as precarizações e repressão, além de como manifesto contra a postura das entidades responsiveis quanto ao campus.
Esperamos e contamos com a presença de todos vocês.
PARTICIPEM!
A diante companheiros!
A luta continua, árdua e necessária !!
Faremos o primordial, atacaremos a jugular deles para que não mais se sintam no direito de roubar,ludibriar chantagear e desmoralizar movimento estudantil que não somente o nosso vem ganhando forca contra os novos e velhos ditadores que ainda ousam nos bombardiar com suas encanações e falácias, estaremos lá ! E vão ter que nos ouvir, de novo e de novo e mais uma vez, quantas forem necessárias !
ESTAMOS CONSPIRANDO, o tampo todo!
Eles nem precisam desmoralizar o movimento estudantil, pois vocês já fizeram esse serviço huahuahuaahu
Politicagem por todos os lado.
É uma orgia de partidos. De movimento estudantil não tem nada.
Poxa, lá vem os agitadores de bandeiras, faixas com guache e batuqueiros de lata de Suvinil. Nada além disso…
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=964
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=5054
as notícias de 2007, 2008 no blog do PCO parecem capítulos dessa nossa atual novela…reparem só como essas brigas entre partidos de esquerda não são de hj e sempre envolvem os universitários
Gente… eles estão chegando!!!! CORRAMMMMMMMMMMMMMMMMM
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0wXVweK-dzw]
ai, ai, ai… minha cara está até doendo de tanto rir!!
Por que andam apagando posts?
Porque deram tiro no pé rs
Putz, eu sou contra a greve, mas falar que estão fazendo greve para desarticular a candidatura do Haddad não é um pouco demais não? : http://fimdagrevenaunifespguarulhos.blogspot.com.br/2012/05/entenda-polemica-da-frente-05-de-maio.html
O que mais tem nesse comando de greve são simpatizantes e membros do petismo e outras facções de esquerda!
Ai sim, fomos surpreendidos novamente…
vc bota sua mão no fogo?? ai ai, ui ui! não está vendo que esses partidos são todos de esquerda e estão todos brigando? no atual momento o inimigo mor é o PT! uma vez que estamos numa universidade federal e o PT é situação. vc não vê nessa briga partidos de direita por que eles são conservadores até na forma de brigar. diferente desses partidos populistas que vão comendo pelas beradas, se propagando feito um câncer!
tenho uma sugestão para os sofistas comunistas revolucionários do movimento estudantil da unifesp guarulhos para depois de quinta-feira… vocês podem disputar o lugar com os testemunhas de jeová na praça da república e da sé. que tal, Zé Mario, Juraci e cia?
Se Deus quizer. Irmão. Se Deus quizer
“Manifesto CONTRAPONTO
Vemos se repetir ao passar dos anos na UNIFESP, um modelo de debate que propõe de forma exaustiva as seguintes indagações: “que universidade nós queremos?”, “que ideal de sociedade nós queremos”?”. Contudo, essencialmente nas últimas semanas do debate público que vem se intensificando na comunidade acadêmica, não é difícil perceber que tais questões jamais sairão do terreno vago das suposições se não respondermos a uma questão crucial que pontua todas as demais, nunca antes respondidas: “quais instrumentos dispomos nesse momento a fim de construir o movimento estudantil eficiente que queremos ver?”.
O modelo vigente de assembleias, comandos de greve e comissões coloca o estudante em uma situação limítrofe, onde aquele que opta por tornar pública a sua opinião, necessariamente tem de tornar pública a sua figura. Dessa forma, sua imagem fica exposta à avaliação rigorosa dos demais sob a pena – nada remota – de receber vaias e gritos de hostilidade. Assim, as assembleias revelam-se espaços de reprodução do senso comum, de rechace de opiniões adversas, de intolerância e de discursos autoritários e inflamados. Revela-se como espaços não da democracia, mas da aclamação da crítica vã e da retórica vazia, bem como espetáculos de hostilidade.
As assembleias, enquanto espaços de autogestão das atividades do corpo discente, devem ser lugares propícios ao diálogo, à tolerância e ao respeito. Todo e qualquer estudante deve ter sua fala assegurada e respeitada igualmente, independente de seus credos e filiações político-partidárias, religiosas, etc. Essa é uma condição sine qua non para que se garanta um movimento democrático, pois democracia sem pluralidade, sem diversidade, é uma ditadura da maioria sobre as minorias. É domínio faccioso sobre a variedade de opiniões dos estudantes do campi. Portando, declaramos aqui que não somos adeptos a esse modelo.
As discussões que temos realizado nos levam a concluir que esse modus operandi tão costumeiramente utilizado, e repetido por nosso movimento estudantil se mantém vigente primordialmente devido ao caráter ideológico atual, que surge com déficit de planejamento. A inexistência de entidades estudantis permanentes e de maior abrangência impossibilita, de um lado, a mobilização constante dos estudantes, e gera, de outro, o predomínio dos atuais grupos.
Como consequência, temos a grave dificuldade de organização e de diálogo e, especialmente, de negociação com os poderes instaurados na universidade (as tão citadas burocracia e hierarquias acadêmicas). Como exemplo dessas dificuldades tivemos a demora de cerca de 2 semanas para a elaboração de uma pauta de reinvindicações. O histórico mais recente evidencia ainda mais a problemática: após mais de um mês da instauração da greve atual é que finalmente se formou uma comissão de negociação.
Esse atraso nos avanços da greve é fruto também da inversão lógica que tem sido feita das mobilizações estudantis. O desenvolvimento do movimento deve passar por algumas etapas, necessárias para a maturação das ideias e reinvindicações: 1) discussão da pauta; 2)negociação da pauta; e, por fim, se houver a resposta negativa dos poderes estabelecidos, 3) debate aberto sobre a necessidade de utilização do recurso de paralisação. O método inverso que é adotado pelos representantes atuais apenas tem gerado desgastes e frustrações.
Como dito, acreditamos que isso seja resultado da ausência de entidades de representação estudantil que dê às mobilizações um caráter de constância.
Dessa forma, propomos:
1) que o movimento passe a se focar incansavelmente nas negociações, ao invés de agir de forma a enfatizar relações de força, que se revelam como formas improvisadas e autoritárias de comando.
2) que formem-se grupos que avaliem aprofundadamente as demandas da nossa pauta, de maneira a poder esclarecer aos estudantes a viabilidade das demandas, os processos judiciais que lhe cabem e que apontem os poderes com os quais devemos negociar quando as reinvindicações não estiverem na esfera universitária, de forma que nossa luta seja clara e objetiva;
3) que inicie-se o processo de construção de um Diretório Acadêmico, que organize as discussões relativas ao estatuto do DA e forme um calendário visando o processo eleitoral pelo modelo de chapas;
Por fim, repudiamos:
1 ) o uso de “piquetes excludentes”, ou seja, a intimidação aos alunos que não aderiram a greve, de forma que isso apenas lhes afasta ainda mais das movimentações estudantis;
2 ) a falta de respeito nas assembleias, declaramos repúdio total às vaias. Reafirmamos que o movimento estudantil é um espaço de pluralidade, variedade, tolerância e respeito, e que as vaias condizem com espaços de alienação e não de emancipação;
3) o fim do espírito de “queda de braço”.É necessário dialogar com docentes, funcionários, e também com os as instituições burucráticas. As opiniões amplamente difundidas de que os docentes são “apenas reacionários” impedem o crescimento qualitativo do movimento e culminaram, após uma série de tensões e em desententimentos entre o movimento estudantil e os docentes
Fabio Preturlon
Viviane Sanchez
Iann Longhini
Gabriela Helena Tingas
Rene Araujo
Silvia Helena Paiva Espindola
Eliete Della Viola
Angelina Michelle de Lucena Moreno
William Tomio Sinkai
Kathleen Angulo
Conrado Lima
Vinicius Bessi
Jonas Tavares de Souza
André S. Fernandes
Maíra Kikuti
Lima Carlos
Pamela Christy M. Muniz
Caio Fernando
Raquel Mugayar
Wilver Portella
Felipe Campos
Silvia Alcantara
Anderson Ferreira da Silva”
A proposta soa-me bem razoável. Poderia formalizá-la e colher assinaturas dos alunos no Campus, eu assinaria com certeza, e creio que muitos também o fariam…
Por conta dos últimos acontecimentos e de seu caráter anti-democrático, prático e truculento, estou completamente de acordo com este manifesto. Tenho ido ao campus e acompanhado o blog sempre que possível, e o cenário é esse. O diálogo é unilateral. Ai, de quem propôr uma posição minimamente contrária a que vigora na atual greve. Por isso, como bem diz o próprio título do manifesto, precisamos de um contraponto, uma ponderação, quanto ao que, de fato, deve ser levado em consideração nesse movimento. Esse papo de reacionários x revolucionários não leva ninguém a lugar algum, muito pelo contrário. Um debate claro, sem ideologias ou idealismos, que leve à sério a pauta das necessidades cruciais da Universidade (como estrutura, mobilidade, extensão e entre outros) é fundamental para que a Unifesp vire menos o reduto dos eternos excluídos pelo sistema esculhambadores de greve, ouvidores de som alto no pátio central e adoradores dos Pimentas, e mais o reduto da perspectiva de mudança do próprio Pimentas, de desenvolvimento cultural, de apropriação de conhecimento e que assim, através do bom senso e não “de la revolucion” ou da força braçal, sejamos referência dessa transformação da sociedade através da educação (essa que deveria ser a principal função do ensino superior e, sobretudo, público.)
É importante lembrar que acreditei sim na legitimidade e na necessidade da greve. Entretanto, como disse no post anterior, os últimos ocorridos tornaram a greve um tanto quanto obscura e longe das reivindicações iniciais.
Gostaria de pedir para que o moderador do blog publicasse o comentário que fiz acima no qual eu repliquei em outros posts do blog como uma publicação para uma abertura democrática, referente a discussão de mais pontos de vista sobre o processo do movimento estudantil, o que só tem a enriquecer o debate.
agora os comentários sofrem moderação?esse é o movimento estudantil!! não cansam de se auto-sabotarem?
Nossa, que boca grande você tem….
daí amordaçaram ahahahahaha
tinha dois links para matérias de 2007 e 2008 no blog do PCO que parecem as mesmas notícias que temos visto no tal blog agora em 2012.coloquei para as pessoas daremuma analisada. não pode postar links?
Que coisa estranha, mas se o texto não for muito extenso, traga-o pra cá e poste.
os partidos envolvidos eram os mesmos, PCB, PSTU, PSOL…
Esse grupo, creio eu, deu um “Chapeuzinho Vermelho” nos estudantes kkkk
kkkk! dá uma olhada nesse trecho de uma postagem de abril de 2008 e veja se qualquer semelhança é mera coincidência:
“Movimento de professores ou de estudantes?
O movimento dos estudantes não pode se subordinar aos professores como querem o DCE e, principalmente, o PSol. O discurso que apresenta a unidade entre estudantes e professores como sendo fundamental tem como intenção atrelar o movimento dos estudantes, que são a maioria na universidade, a uma minoria conservadora de professores que dirigem atualmente a universidade. O PSol chegou a absurdo de propor em uma assembléia do campus de Guarulhos o convite a que os professores participassem das discussões sobre os rumos que deveria adotar o movimento dos estudantes. Durante a ocupação deste campus, no ano passado, os professores ficaram todos contra a ocupação. De que serviria o “conselho” de uma camada conservadora da universidade sobre como lutar para modificá-la?
Para que haja uma verdadeira mudança na universidade é preciso que, em primeiro lugar, os estudantes se mobilizem em torno a suas reivindicações de modo completamente independente dos professores.
Qualquer frente única entre professores, funcionários e estudantes deve se dar sob a liderança dos últimos, que são não apenas a maioria como o setor mais progressista da universidade na defesa do ensino público e gratuito.
Pela mudança do regime dentro da universidade: governo tripartite com maioria estudantil
Somente o governo tripartite da universidade, formado proporcionalmente por professores, funcionários e a maioria estudantil, poderá imprimir nova vida à universidade.
O autogoverno para ser exercido efetivamente deve contar com a participação decisiva dos estudantes. Entre os elementos componentes da universidade, os estudantes representam o elemento revolucionário porque expressam o interesse geral da universidade como meio de reprodução da cultura e da socialização do conhecimento. Os professores são neste sentido, o elemento mais conservador, porque privilegiado, da universidade e os funcionários se dividem entre os elementos proletário e pequeno burguês conservador. A idéia, veiculada pelos partidos pequeno burgueses, como o PSol e o PSTU, de subordinar o movimento estudantil aos professores e de que estes devem dominar a universidade porque são participantes permanentes da vida acadêmica e, portanto, os estudantes devem ter seu peso político reduzido é não apenas conservadora, como abertamente dirigida contra a mobilização do setor menos comprometido com o Estado, os estudantes. Neste sentido, a proposta de paridade na representação das categorias que compõem a universidade no Conselho Universitário, defendida pelo PSol, é apenas uma forma atenuada da proposta do governo e da burocracia universitária, que querem que a maioria estudantil fique longe das decisões sobre os rumos da universidade para poder, livre da pressão em defesa da universidade pública e gratuita, promover a sua destruição. “
extraído do blog do PCO
Chapeuzinho Vermelho nos estudantes!! isso define bem o que esses partidos fazem com os ME!! ai, Alpha, tá vendo por que sou sua fã?!
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=964
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=5054
as notícias de 2007, 2008 no blog do PCO parecem capítulos dessa nossa atual novela…reparem só como essas brigas entre partidos de esquerda não são de hj e sempre envolvem os universitários
Aos pupilos do senhor Reitor
Por que não debatermos de verdade ao invés de ficarmos jogando palavras ao vento?
Com base em todo esse falatório, podemos dizer que vocês discordam da greve enquanto método de reivindicação, certo? Alegam que o movimento grevista, “autoritário” (ui, que medo), separa os estudantes em grupos minoritários e, portanto, não é democrático, certo?
Por que, então, vocês não gastam suas energias falando da situação do campus, situação que não diz respeito a um ou outro segmento específico, mas à todos os estudantes? Estão satisfeitos com as condições de ensino e pesquisa oferecidas pelo campus? Eis a questão.
Sim? Parabéns, estão no lugar certo, o raciocínio de vocês é perfeitamente condizente com a estrutura do campus, sua imagem e semelhança!
Não? Qual a proposta de vocês? Nenhuma, não acreditam em qualquer forma de reivindicação, seja a greve ou as ditas “outras formas”? Parece que é o caso, e alegam que são trabalhadores e se dão por satisfeitos. Incrível! É justamente a posição do nosso reitor: “O mais importante em uma Universidade é professor bom e alunos bem selecionados. Com isso pode dar aula até embaixo da árvore…” http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-grife-unifesp-tem-de-prevalecer,527442,0.htm E isso não é mera opinião particular, trata-se da legitimação do descaso com o ensino público.
O campus foi inaugurado em 2007. Segundo a UNIFESP, se for exitosa a licitação prevista para setembro deste ano, o prédio definitivo do campus será entregue em 2015. Ou seja, na melhor das hipóteses, serão 8 anos de espera pelo prédio. Já que não dispomos de uma justa representatividade na estrutura “democrática” da UNIFESP, o reitor, diretor acadêmico, docentes, e demais funcionários são nossos representantes. Estes representante trabalham para atender às demandas dos estudantes? Cinco anos sem prédio, e mais três anos estão por vir. A UNIFESP é uma instituição democrática? Não parece.
Democracia, vulgarmente falando, é o trabalho conjunto pelo reconhecimento e atendimento das demandas da maioria, certo? Quem é a maioria quando se pensa em universidade pública? Quem são os interessados? Os alunos, ou toda a sociedade? Toda a sociedade! Por outro lado, quem está em condições de avaliar o ensino oferecido à população? O estudante. Paralisar as atividades como forma de pressão sobre a instituição prejudica os estudantes? Certamente, se pensarmos o estudante enquanto um número de RA. Quem se beneficia? A população em geral (e o estudante que não concebe a si mesmo enquanto mero crachá ambulante, nela se insere). O sacrifício do interesse particular (estudantes que já estão na instituição, e que querem se forma logo, para tão logo ganhar rios de dinheiro como filósofos, sociólogos, pedagogos, historiadores… profissionais) em benefício do interesse geral (nossos filhos e netos, que correm o risco de encontrar um ensino igual ou pior do que o que temos agora) é antidemocrático? Em suma, o que está em jogo é a tensão público-privado.
Se não fossem as greves anteriores, não teríamos bandejão provisório, nem itaquerão, nem puxadinho, certo? Foram conquistas antidemocráticas? Se sim, os”Contras” deveriam trabalhar pela revogação de tais conquistas, fruto da imposição de grupos terroristas. É o caso?
Antes de mais nada, digo que a opinião abaixo expressa somente meu ponto de vista, não estou falando em nome de ninguém.
Começando de trás para frente: não, não é o caso revogar, e seria besteira discursar sobre o porquê. Ocorre que a crítica à greve, pelo menos de minha parte, não se dá aos favoráveis a esse movimento de maneira generalizada, mas sim a pequenos nichos que estão promovendo a paralisação por outros fins que não as tais reivindicações. Cheguei a participar de reuniões durante a greve e vi diversos ali realmente engajados com a causa, o problema é que por ação de alguns poucos, muitos que realmente queriam alguma coisa acabaram afetados, já que o “Comando de Greve”, em momento algum, preocupou-se em preservar a sua imagem frente ao campus.
Bom, quanto ao conflito público-privado, de início, ele passa a existir somente quando se põe os pés dentro da Unifesp, até então as aspirações continuam sendo circunscritas no domínio pessoal, pensar em sobreposição do público ao privado é, por minha parte, equivocado. Imagino que seria mais acertado conciliá-los, afinal de contas, para os que dispõem de tempo (pois isso exige tempo livre sim!), militar em favor dos estudantes e em favor de si próprio, ao contrário do que muitos pensam, não é nem um pouco contraditório, são perfeitamente conciliáveis.
Outro ponto: a organização desse movimento, que demonstrou a sua precariedade… em vez de me esmiuçar acerca de expedientes que poderiam deixá-la mais transparente, prefiro, em linhas bem gerais, apontar o que, imagino, seja o principal problema dela: as deliberações são qualitativas, digo isso porque as decisões não são formais, mas sim partem de falas de microfone onde uma ideia é aplaudida ou vaiada conforme o conteúdo a ser discutido, método muito rudimentar, a meu ver. Fora que tal procedimento conduz ao personalismo, isto é, quando alguém pega o microfone para discursar, o que permanece em primeiro lugar é o indíviduo e não o grupo no qual ele se insere. O que imaginaria para isso sanar: trocar o método qualitativo pelo quantitativo, que pode ser feito por voto em cédula, um link específico na intranet onde se exigiria alguns dados pessoais (CPF, data de nascimento, etc.) na hora de votação, ou então por abaixo-assinados cuja lista pode muito bem ser elaborada pela secretaria acadêmica onde constaria nome, número de matrícula e a assinatura, que poderia ser dividida por turmas, o que facilitaria a disseminação da informação, algo que sanaria o problema daquele que não pôde ir à assembleia para votar, mas o seu direito ao voto não seria cessado só por um empecilho temporal. Todo esse processo poderia ser acompanhado por um representante de cada setor no campus, assim até aumentaria a legitimidade da decisão, uma vez que, em caso de contestação, seria mais fácil refutar com números “contáveis” do que com “contraste do qual se duvida”.
E por último, o ponto vital dessa reivindicação: o prédio, objetivo de toda essa paralisação. Bom, a direção disse que não houve interessados em construí-lo por causa dos valores. Ora, a administração só pode agir dentro da lei, e se lá diz que é preciso refazer a licitação, lei não se discute, cumpre-se. Só por esse motivo a greve já havia perdido sentido, pois se o problema era estrutural, recomeçar-se-ia o processo, com as devidas correções, mas sem a necessidade de parar as aulas, pois a obra não começou por ingerência da direção do campus, mas sim por falta de interessados e também porque para que esse fim seja atingido, há de se cumprir trâmites burocráticos que simplesmente não serão ignorados porque os estudantes estão em greve, a administração só pode agir dentro da lei, e é importante que o estudante entenda que o tempo da administração é distinto ao tempo do indivíduo. Mas há algo sutil e que deve ser levado em consideração quanto à poderação de paralisar ou não por causa do prédio, a obra não começou por causa de desvio de recursos, até porque se isso tivesse acontecido, seria um prato cheio para a imprensa e, principalmente, para os estudantes, o que quero dizer com isso… se a obra ainda não começou, não foi por algo ilícito, a não ser que alguém disponha de alguma prova contundente que me faça crer no contrário.
Para finalizar, uma vez que o principal objeto de reivindicação não pode ser atingido por razões já explicadas pela administração e, pelo menos até onde vi, não foram refutadas, pergunto: qual o motivo dessa greve? Aliás, excluindo o prédio, que é algo de interesse comum a todos os estudantes, o que sobra de reivindicação que seja de igual valor? Precarização e tantos outros conceitos abstratos, além disso, os processos movidos contra alguns estudantes… não me parece que sejam de interesse comum a todos os estudantes, pois eles podem muito bem ser discutidos de outras formas sem que para isso as atividades acadêmicas sejam paralisadas, a não ser então que a máxima “quem faz a faculdade é o aluno” só valha para as particulares? O que falta, imagino, às cabeças promotoras de todo esse caos é falar menos e ouvir mais os estudantes, veja.. fala-se tanto que o estudante tem voz na assembleia, porém, o que se vê são sempre as mesmas pessoas discursando, em vez disso, por que o “Comando” não vai ouvir o aluno tal como os docentes fizeram quando paralisaram? Pergunto isso porque não acredito que aplausos e vaias sejam instrumentos confiáveis para se conhecer a necessidade discente, muito menos para defendê-las.
Seu argumento é falacioso, embora, devo reconhecer, muito bem construído, com bons recursos de retórica e as correspondentes pitadas de demagogia e enrolação. Seu treinamento certamente foi bom e nem vou perguntar aonde foi, porque todos sabemos a resposta… Mas não cola, meu caro: você não está falando com imbecis, mas com alunos universitários, a maioria dos quais irão se formar em 4 ou 5 anos, como corresponde, não como outros que enchem a boca para falar “estou aqui a 6 anos…”, como se isso fosse algum mérito e não a prova de que pouco se importam com a qualidade da educação, uma vez que não têm nenhum interesse em aproveitá-la.
O texto é falacioso porque se apoia, o tempo todo, em falsos pressupostos e os dá como certos e indiscutíveis.
a) Quem está se posicionando contra ESTA GREVE vira automaticamente alguém que é CONTRA GREVE (genérica) E CONTRA QUALQUER FORMA DE REIVINDICAÇÃO. Oras, desde quando? Com que direito você assume isso? Você tem todo o direito de se achar o umbigo do mundo, mas eu tenho todo o direito de achar que você não é, assim como posso ser, em princípio, a favor de greves e ser contra ESTA greve em particular.
b) Você chama “ao debate em vez de lançar palavras ao vento”… ótimo, um desavisado até pode morder essa isca. Na verdade, com isso você desqualifica qualquer opinião que tenha sido colocada até agora: “eram palavras ao vento…” TODAS. Pior, uma vez que você se dirige aos “pupilos do senhor reitor” desqualifica também qualquer coisa que possa ser dita como resposta a esse seu suposto convite para debater: todo o mundo sabe o que você pensa sobre o senhor reitor e quanto está disposto a escutar qualquer coisa que ele tenha a dizer.
c) No decorrer do texto, você faz diversas perguntas… pura retórica: você mesmo responde a todas elas!!! Fantástico gênio telepata! Certamente essa é a atitude que deve ter alguém interessado em debater! Ora, não insulte minha inteligência!
d) Você nos acusa de gastar nossas energias criticando vocês ao invés de “falando da situação do campus, situação que não diz respeito a um ou outro segmento específico, mas à todos os estudantes”. Bem, acontece que há 40 dias que VOCÊS SÃO A PRINCIPAL SITUAÇÃO DO CAMPUS”. Até o momento em que a greve foi decretada à revelia da maioria dos estudantes estávamos, bem ou mal, tendo aulas, comendo no bandeijão, tirando (mesmo com filas) nossos xerox e usando a biblioteca, mesmo incompleta. Estava tudo bem? Claro que não! Precisava, precisa e sempre precisará mudar e melhorar. Mas estávamos lá, cumprindo com nosso papel de estudantes, o qual inclui, sem dúvida, lutar por essas melhoras.
Mas quem disse que a greve é o único caminho para lutar? Quem disse que SEMPRE é o melhor método? Quem disse que nesse momento e nessas circunstâncias particulares essa era a única via possível? VOCÊS DISSERAM, e esse VOCÊS refere-se a um grupo que está MUITO longe de ser maioria… mais ou menos uns 80% longe.
Ou seja, que quando dedicamos nossas energias a criticar vocês estamos FALANDO DA SITUAÇÃO DO CAMPUS, especificamente da única “situação” que até agora REALMENTE nos impediu de ter “boas aulas e uma boa educação”, algo que esquecem quando tomam isso por bandeira: NESTE MOMENTO VOCÊS SÃO O PRINCIPAL IMPEDIMENTO PARA QUE TENHAMOS AULAS!
e) Você atribui às greves anteriores todas as melhorias do Campus até agora. Um pouco complicado isso… afinal, na assembleia que finalmente acabou com a greve de 2010 Bruno, Zé Mário, Juraci e companhia ficaram roucos repetindo que se a greve fosse finalizada nesse momento seria um fracasso “porque não conseguimos NENHUMA DAS NOSSAS REIVINDICAÇÕES”. Então, como fica? Pessoalmente acho que não foi a greve em si a que levou a essas conquistas, mas sim o fato de que nesse momento o Movimento Estudantil (o de verdade) se articulou e conseguiu introduzir em uma pauta em geral inviável algumas reivindicações possíveis de serem satisfeitas, as quais receberam resposta. Se esse verdadeiro Movimento Estudantil tivesse uma presença e uma articulação constante a nossa Universidade estaria constantemente sendo construída e melhorando, sem necessidade de “remédios” que acabam matando o paciente.
f) Finalmente, o discurso dos “comandantes” da greve é falacioso (falacioso sempre, não apenas no texto do “Terrorista”) em um ponto fundamental: todo o discurso se move através de uma contradição básica que pode ser resumida da seguinte maneira “O Estado é reacionário, burguês, corrupto e repressor. Abaixo o Estado! / O Estado (esse mesmo Estado imprestável, que quero derrubar) DEVE resolver todos os meus problemas, satisfazer prontamente todas as minhas reivindicações e SER RESPONSÁVEL PELO MEU FUTURO—>vou reclamar e brigar até que isso aconteça”. Bom, posso ser uma toupeira, mas a única forma que vejo de resolver essa contradição intrínseca (e não achar que são todos uns delirantes) é concluir que, na verdade, a luta de vocês é para derrubar o Estado, ou seja, participar do movimento estudantil e capitalizar suas ações é apenas um movimento tático dentro de uma estratégia muito mais abrangente! Trata-se DA REVOLUÇÃO PROLETÁRIA, SENHORES!!! DE GUARULHOS PARA O MUNDO! Nossa, será que entendi? Acho que sim… e, se querem saber, acho que tudo bem acreditar nisso e lutar por isso. Até poderia me filiar a esse objetivo último, mas NUNCA, em hipótese alguma, com esses métodos!!!! Porque esses métodos não levam à revolução, sequer levam à ditadura do proletariado: LEVAM À DITADURA PURA E SIMPLES.
E NUNCA dividiria esse objetivo tão legitimo com vocês, que com suas atitudes e ações fazem o jogo justamente daqueles que dizem combater!!! Revolução é coisa séria, meus caros, não basta ser bom de retórica e berrar mais alto. Revolução popular se faz ao lado do povo, trabalhando, construindo, sendo exemplo (bons estudantes aonde? Quem está aqui há 6 anos ou mais?).
Em toda esta greve até agora não escutei NINGUÉM se pondo à disposição para fazer algum trabalho real, concreto: tudo o que se reivindica é “espaço para que os estudantes participem das decisões”, ou seja, para polemizar e questionar, provavelmente entorpecendo qualquer avanço. Para nossa vergonha, durante sua semana de paralisação os professores fizeram o que até agora nós sequer cogitamos fazer: FORAM ATRÁS DE SOLUÇÕES CONCRETAS PARA OS NOSSOS PROBLEMAS (procura de prédios alternativos, etc), ou seja, TRABALHARAM!
Então, em que é diferente a atitude do comando de greve daquilo que tanto critica? Qual é realmente a proposta de vocês? O que, além de vigiar, falar, criticar, protestar, desqualificar e cobrar estão dispostos a fazer para mudar as coisas? Alguém é voluntário para fazer um mutirão e pintar o Campus? Algum voluntário para, enquanto se constrói algo melhor, pensar alguma solução para a biblioteca? Alguém disposto a pensar em melhores maneiras de aproveitar os recursos que temos enquanto lutamos para melhorar as coisas, mesmo que isso represente esforço e trabalho?
Programa de índio esse meu, não é? É bem mais divertido queimar tapumes, organizar galinhadas e cervejadas e dançar quadrilha… e continuar bolando discursos falaciosos, quem sabe alguém embarca e amanhã ou depois vocês conseguem virar vereadores, porque todo o mundo sabe que esse é que é o jeito de “ganhar rios de dinheiro” e não ser formado em uma faculdade de humanas…
Em tempo, não escrevi isto como resposta ao seu “chamado para debater”: não acredito nele, conforme já explicitei acima. Espero que os colegas que comentam neste blog (Alpha, Beta, etc…) e que sim estão interessados no que os outros têm a dizer aproveitem algo do que escrevi.
Espero que estejamos juntos, pós greve, na construção de um verdadeiro movimento estudantil.
Eis uma coisa bem positiva no meio desse caos todo: tenho para mim que o real movimento crítico veio daqueles que apontaram o dedo aos que falavam a plenos pulmões e simplesmente contestaram o discurso.
Li o seu texto inteiro e concordo (e solidarizo) inteiramente com o que foi colocado, e é bem nesse sentido que aceito o coletivo, que é quando abordagens distintas acerca de um mesmo assunto somam-se ao todo. Infelizmente a multiplicidade fez-se presente mais aqui no blog do que no campus, mas espero mesmo que isso mude daqui para frente, sei que haverá os pensamentos polarizados (para não dizer obsessivos), mas com esses a gente lida com um pouco de humor e simplesmente toca o barco. Entretanto, em relação a textos como o seu, do Vinícius Bessi, do Marcelo e de tantos outros (anônimos ou não), são os que puseram em xeque a legitimidade de toda essa bagunça em nome do movimento estudantil, principalmente porque escancarou graves deficiências na forma como esse movimento se conduz no campus até o presente momento, portanto, não tem como ler dizeres desse tipo sem ao menos pensar um pouco.
Pessoalmente, espero mesmo que na quinta consigamos devolver a Unifesp a quem lhe é de direito, pois por mais que este ou aquele sujeito tenha sido prejudicado, dois direitos básicos foram confiscados dos discentes: o primeiro é o direito de ser representado por algo que vise, em primeiro lugar, ao interesse discente , por isso, anônimo ou não, não faz diferença… contanto que o interesse do estudante do campus esteja assegurado de forma clara, objetiva, acessível e, principalmente, organizada. O outro direito, a meu ver, é ainda mais fundamental e nossa razão de ser na instituição, trata-se do direito de estudar.
quem tem medo de um babaca igual a você o “terrorista” só pode ser mais otário ainda!
Sempre os mesmos sofismas… Vira o disco!!
Gente, quem puder divulgar esse Manifesto Contraponto proposto por um grupo de estudantes, ficarei muito grato
http://fimdagrevenaunifespguarulhos.blogspot.com.br/2012/05/manifesto-contraponto.html
Acho que o que temos aqui são como eu gosto de chamar os medrosinhos do Brasil, conhecer para julgar é necessário e indispensável quando se trata de uma crítica que já não envolve somente uma pessoa mas um grupo, como no caso do movimento estudantil.
Preconceituosos são aqueles que ainda tentam ludibriar e desmoralizar o movimento atribuindo a luta como partidária e não de uma unidade de estudantes lutando por um bem comum, basta unirmos os nossos interesses e lutar por eles dignamente, sem atribuir a luta ao seu partido político, sua cor, sua crença, ou qualquer outro atributo, seja ele qual for, a luta aqui é UNITÁRIA e essas falácias são de extrema ignorância!
Não sei ao certo quantos integrantes ativos do movimento estudantil são participantes de partidos políticos, mas digo com toda a certeza que não são a maioria.
É preciso discernimento antes de julgar.
“Á cama ou a revolução!!”
Eu até iria à revolução, mas está tão quentinho aqui que tenho até preguiça de calçar as pantufas vermelhas e ir à luta… quem sabe depois da novela eu pense melhor a respeito.
ahauahuahua
rinnnndooooo muito aqui
Pessoas como você é melhor que pereçam com suas malditas pantufas vermelhas num posso de merda!
Deixe o melhor pra quem acredita no melhor. Perdedor.
É poço
kkkk, releva que ele tá nervoso….
eu quero a UNIFESP se EXPLODA!
Importante todos comparecerem na assembleia da próxima quinta (10/05) para fazer valer o seu direito de manifestação e opinião.
Foi deletado , foi tudo deletado! Assim não pode, assim não da! Quanta opressão! to magoada!
Seu argumento é falacioso, Sr. Terrorista, embora, devo reconhecer, muito bem construído, com bons recursos de retórica e as correspondentes pitadas de demagogia e enrolação. Seu treinamento certamente foi bom e nem vou perguntar aonde foi, porque todos sabemos a resposta… Mas não cola, meu caro: você não está falando com imbecis, mas com alunos universitários, a maioria dos quais irão se formar em 4 ou 5 anos, como corresponde, não como outros que enchem a boca para falar “estou aqui a 6 anos…”, como se isso fosse algum mérito e não a prova de que pouco se importam com a qualidade da educação, uma vez que não têm nenhum interesse em aproveitá-la.
O texto é falacioso porque se apoia, o tempo todo, em falsos pressupostos e os dá como certos e indiscutíveis.
a) Quem está se posicionando contra ESTA GREVE vira automaticamente alguém que é CONTRA GREVE (genérica) E CONTRA QUALQUER FORMA DE REIVINDICAÇÃO. Oras, desde quando? Com que direito você assume isso? Você tem todo o direito de se achar o umbigo do mundo, mas eu tenho todo o direito de achar que você não é, assim como posso ser, em princípio, a favor de greves e ser contra ESTA greve em particular.
b) Você chama “ao debate em vez de lançar palavras ao vento”… ótimo, um desavisado até pode morder essa isca. Na verdade, com isso você desqualifica qualquer opinião que tenha sido colocada até agora: “eram palavras ao vento…” TODAS. Pior, uma vez que você se dirige aos “pupilos do senhor reitor” desqualifica também qualquer coisa que possa ser dita como resposta a esse seu suposto convite para debater: todo o mundo sabe o que você pensa sobre o senhor reitor e quanto está disposto a escutar qualquer coisa que ele tenha a dizer.
c) No decorrer do texto, você faz diversas perguntas… pura retórica: você mesmo responde a todas elas!!! Fantástico gênio telepata! Certamente essa é a atitude que deve ter alguém interessado em debater! Ora, não insulte minha inteligência!
d) Você nos acusa de gastar nossas energias criticando vocês ao invés de “falando da situação do campus, situação que não diz respeito a um ou outro segmento específico, mas à todos os estudantes”. Bem, acontece que há 40 dias que VOCÊS SÃO A PRINCIPAL SITUAÇÃO DO CAMPUS”. Até o momento em que a greve foi decretada à revelia da maioria dos estudantes estávamos, bem ou mal, tendo aulas, comendo no bandeijão, tirando (mesmo com filas) nossos xerox e usando a biblioteca, mesmo incompleta. Estava tudo bem? Claro que não! Precisava, precisa e sempre precisará mudar e melhorar. Mas estávamos lá, cumprindo com nosso papel de estudantes, o qual inclui, sem dúvida, lutar por essas melhoras.
Mas quem disse que a greve é o único caminho para lutar? Quem disse que SEMPRE é o melhor método? Quem disse que nesse momento e nessas circunstâncias particulares essa era a única via possível? VOCÊS DISSERAM, e esse VOCÊS refere-se a um grupo que está MUITO longe de ser maioria… mais ou menos uns 80% longe.
Ou seja, que quando dedicamos nossas energias a criticar vocês estamos FALANDO DA SITUAÇÃO DO CAMPUS, especificamente da única “situação” que até agora REALMENTE nos impediu de ter “boas aulas e uma boa educação”, algo que esquecem quando tomam isso por bandeira: NESTE MOMENTO VOCÊS SÃO O ÚNICO IMPEDIMENTO PARA QUE TENHAMOS AULAS!
e) Você atribui às greves anteriores todas as melhorias do Campus até agora. Um pouco complicado isso… afinal, na assembleia que finalmente acabou com a greve de 2010 Bruno, Zé Mário, Juraci e companhia ficaram roucos repetindo que se a greve fosse finalizada nesse momento seria um fracasso “porque não conseguimos NENHUMA DAS NOSSAS REIVINDICAÇÕES”. Então, como fica? Pessoalmente acho que não foi a greve em si a que levou a essas conquistas, mas sim o fato de que nesse momento o Movimento Estudantil (o de verdade) se articulou e conseguiu introduzir em uma pauta em geral inviável algumas reivindicações possíveis de serem satisfeitas, as quais receberam resposta. Se esse verdadeiro Movimento Estudantil tivesse uma presença e uma articulação constante a nossa Universidade estaria constantemente sendo construída e melhorando, sem necessidade de “remédios” que acabam matando o paciente.
f) Finalmente, o discurso dos “comandantes” da greve é falacioso (falacioso sempre, não apenas no texto do “Terrorista”) em um ponto fundamental: todo o discurso se move através de uma contradição básica que pode ser resumida da seguinte maneira “O Estado é reacionário, burguês, corrupto e repressor. Abaixo o Estado! / O Estado (esse mesmo Estado imprestável, que quero derrubar) DEVE resolver todos os meus problemas, satisfazer prontamente todas as minhas reivindicações e SER RESPONSÁVEL PELO MEU FUTURO—>vou reclamar e brigar até que isso aconteça”. Bom, posso ser uma toupeira, mas a única forma que vejo de resolver essa contradição intrínseca (e não achar que são todos uns delirantes) é concluir que, na verdade, a luta de vocês é para derrubar o Estado, ou seja, participar do movimento estudantil e capitalizar suas ações é apenas um movimento tático dentro de uma estratégia muito mais abrangente! Trata-se DA REVOLUÇÃO PROLETÁRIA, SENHORES!!! DE GUARULHOS PARA O MUNDO! Nossa, será que entendi? Acho que sim… e, se querem saber, acho que tudo bem acreditar nisso e lutar por isso. Até poderia me filiar a esse objetivo último, mas NUNCA, em hipótese alguma, com esses métodos!!!! Porque esses métodos não levam à revolução, sequer levam à ditadura do proletariado: LEVAM À DITADURA PURA E SIMPLES.
E NUNCA dividiria esse objetivo tão legitimo com vocês, que com suas atitudes e ações fazem o jogo justamente daqueles que dizem combater!!! Revolução é coisa séria, meus caros, não basta ser bom de retórica e berrar mais alto. Revolução popular se faz ao lado do povo, trabalhando, construindo, sendo exemplo (bons estudantes aonde? Quem está aqui há 6 anos ou mais?).
Em toda esta greve até agora não escutei NINGUÉM se pondo à disposição para fazer algum trabalho real, concreto: tudo o que se reivindica é “espaço para que os estudantes participem das decisões”, ou seja, para polemizar e questionar, provavelmente entorpecendo qualquer avanço. Para nossa vergonha, durante sua semana de paralisação os professores fizeram o que até agora nós sequer cogitamos fazer: FORAM ATRÁS DE SOLUÇÕES CONCRETAS PARA OS NOSSOS PROBLEMAS (procura de prédios alternativos, etc), ou seja, TRABALHARAM!
Então, em que é diferente a atitude do comando de greve daquilo que tanto critica? Qual é realmente a proposta de vocês? O que, além de vigiar, falar, criticar, protestar, desqualificar e cobrar estão dispostos a fazer para mudar as coisas? Alguém é voluntário para fazer um mutirão e pintar o Campus? Algum voluntário para, enquanto se constrói algo melhor, pensar alguma solução para a biblioteca? Alguém disposto a pensar em melhores maneiras de aproveitar os recursos que temos enquanto lutamos para melhorar as coisas, mesmo que isso represente esforço e trabalho?
Programa de índio esse meu, não é? É bem mais divertido queimar tapumes, organizar galinhadas e cervejadas e dançar quadrilha… e continuar bolando discursos falaciosos, quem sabe alguém embarca e amanhã ou depois vocês conseguem virar vereadores, porque todo o mundo sabe que esse é que é o jeito de “ganhar rios de dinheiro” e não ser formado em uma faculdade de humanas…
Em tempo, não escrevi isto como resposta ao seu “chamado para debater”: não acredito nele, conforme já explicitei acima. Espero que os colegas que comentam neste blog (Alpha, Beta, etc…) e que sim estão interessados no que os outros têm a dizer aproveitem algo do que escrevi.
Espero que estejamos juntos, pós greve, na construção de um verdadeiro movimento estudantil.
Muito bem lembrado, o colega que deu o toque para o “terrorista”, a cambada de cramulhano se orgulha em dizer que já está aqui há seis anos!!! putz é o fim da picada! Esses parasitas de carteirinha não sabem que devem tirar o bundão das carteiras para cedê-las ao novos! que apego à universidade, a instituição, ao nome, a tudo isso que é tão carregado de vaidade; a única coisa que vamos levar da Unifesp é conhecimento, que tem sido muito prejudicado por está escória, esse câncer maligno que é esse grupinho de gente doente e sem propósito de vida! Porque parar a vida e os objetivos de milhares de pessoas pra sustentar briguinha de partidinho morto politicamente, é o fim do mundo! pensei que já tinha visto de tudo, mas a cada dia surpreendo-me!
Bom, nem perderei meu tempo, queridinho… Te respondo com uma sugestão: cheque a quantidade de evasões por curso e veja se este número te diz algo sobre a urgência do atendimento da pauta de reivindicação, ou sobre a ingerência da reitoria e diretoria acadêmica… ou pra ganhar tempo, veja o número de alunos que se formam por curso.
Já sei o que você vai dizer: “é culpa dos grevistas, mamãe!!! eles fazem muitas greves”
E, então, eu farei outra sugestão: Cheque, também, o número de bolsas de auxílio oferecidas, em detrimento da demanda.
Combinação explosiva?
Apêndice:
Vocês disseram, ainda, que a verdadeira revolução se faz nas escolas públicas, enquanto professor! Que bonitinho!
E de onde vem os professores da escola pública???? “Será que é da loja, mamãe??”
Não, eles um dia foram universitários. Pergunte a qualquer pessoa que tenha estagiado em escolas públicas sobre a experiência que tiveram. Eles dirão em uníssono: “a pior sala é a dos professores”!!
“Por que será, mamãe??” Por que o ensino superior é um lixo!
Claro que o professor de escola tem um papel revolucionário! Evidentemente! E o exercício deste papel começa na universidade, lutando pela melhoria da formação de professores!
Quando é que você vai entender que nós não somos contra a melhoria do ensino superior, e sim contra vocês, eternos adolescentes, que só fazem com que o Movimento Estudantil seja uma piada?
Nenhum de vocês está preocupado com as condições da Universidade. As condições da Unifesp são meramente um pretexto para que vocês façam o que bem entendem, apoiados por um discurso ético falacioso sobre como são magnânimos e altruístas em comparação aos outros, que só pensam em si mesmos.
Há MUITAS formas de organização além da greve. Se você entendesse o mínimo sobre o que é necessário ser feito para que a pauta de reivindicações (a pequena porcentagem dela que é viável), saberia que a greve está longe se ser prioridade.
Perfeito! Então, parem de falar da imaturidade dos outros, engajem-se nessas ditas “outras formas de organização”, melhorem as condições de ensino e pesquisa oferecidas pelo campus, e então teremos um contraponto CONCRETO à greve, que não terá razão de ser e não mais ocorrerá!
Meu recado foi dado: imaturidade é ficar aqui choramingando, criançada!
Acho que, para além dos reais problemas de auxílio estudantil e outros, a razão para a evasão escolar é o fato de que os que realmente precisam se formar acabam indo procurar faculdades privadas, nas quais terão uma formação muito pior mas pelo menos poderão tocar a vida em vez de perder, ano sim, ano não, um semestre de conteúdos que nunca são recuperados. Ou seja, vão para faculdades nas quais vocês não estão (uau! dessa vez sua telepatia funcionou!!!!). E vocês não estão nas faculdades privadas, onde sim é evidente a exploração e a má qualidade do ensino, porque é bem melhor brigar com um Estado que, na verdade, exerce de “papai e mamãe” de todos nós, estudantes, tolerando nossas rebeldias e sendo paciente. Bem que eu queria ver vocês enfrentando um Estado realmente antagônico e repressor!!! Queria ver vocês enfrentando tiros de borracha, jatos de água, gás lacrimogêneo e cadeia sem processo nem sindicância! Seria bom que olhassem como anda o mundo.
Ou seja, que atualmente muitos dos professores de escola pública devem ter SE FORMADO NESSAS FACULDADES PRIVADAS o que é uma das razões de que a escola pública seja realmente um lixo. Veja a contradição: professores de escola pública foram formados por faculdades particulares (com essa formação precária não podem aspirar a outra coisa) e os fomados em Universidades públicas vão fazer outras coisas, por exemplo, ser professores em escolas particulares: uma receita certa para “uma sociedade cada vez melhor”… quanta ironia.
Quanto ao baixo número de formandos, está nas mãos de vocês mudar isso: SE FORMEM!!!!
Isso se eles não disserem que a culpa é do professor que reprova rs
Obrigado pelo tiro no pé! Vou resumir seu raciocínio: então, os alunos insatisfeitos com o movimento grevista saem da UNIFESP e vão para uma faculdade particular, pois lá, ainda que a qualidade seja MUITO inferior, irão se formar logo. Perfeito! Admitindo que isso seja o que realmente acontece, não é egoísmo? Ora, se você admite que a má formação em faculdades particulares acarreta na má formação de crianças e adolescentes, não deveria este aluno (inconformado com os grevistas, mas tão comprometido com altos padrões morais) trabalhar pela melhoria da formação de professores?
Ou seja, ainda que eu admita a sua brilhante conclusão, o interesse individual prevalece quando os alunos abandonam a UNIFESP. De outro lado, os que ficam e pressionam a gestão para que as condições de ensino e pesquisa sejam minimamente congruentes com qualquer projeto de transformação social a médio e longo prazo, estes, dizia, defendem o interesse coletivo!
Já havia perguntado o seguinte:
“O sacrifício do interesse particular (estudantes que já estão na instituição, e que querem se forma logo, para tão logo ganhar rios de dinheiro como filósofos, sociólogos, pedagogos, historiadores… profissionais) em benefício do interesse geral (nossos filhos e netos, que correm o risco de encontrar um ensino igual ou pior do que o que temos agora) é antidemocrático?”
Se vocês não perceberam, coloquei meu codinome como “terrorista” (entre aspas), pois é como vocês, “os contra”, nos classificam. Demonstrei que a greve é democrática, pois o seu CONTEÚDO é democrático: extrapola o interesse individual, a figura do mero aluno matriculado. Nós, grevistas, estamos trabalhando por uma educação melhor para TODOS! E isso não é pretensão. Você reconhece que “ a distância e o tempo de deslocamento são acima da média”! Ora, não sabe que reivindicamos construção da moradia estudantil, e outras linhas alternativas ao trajeto de Itaquera? As dificuldades que você admite são fruto de MÁ ADMINISTRAÇÃO DE DINHEIRO PÚBLICO! No limite, posso até abrir mão de querer o bem de todos, e continuar sem contradição. Pago imposto, estou estudando na UNIFESP e por isso estou em condições de dizer que o dinheiro está sendo MUITO mal empregado.
Como nos acusam de demagogia, vamos aos números:
Em 2009, das 338 evasões da UNIFESP, 157 foram de Guarulhos: http://www.unifesp.br/prograd/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=1130&Itemid=300
Em 2010, das 468 evasões, 150 foram de Guarulhos: http://www.unifesp.br/prograd/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1317:transferencia-externa-unifesp-2011-1o-semestre&catid=423:transferencia-2011-externa&Itemid=100033
Em 2011, das 522 evasões, 2011 foram de Guarulhos: http://www.unifesp.br/prograd/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1550:transferencia-externa-unifesp-2012&catid=494:transferencia-externa-2012&Itemid=100035
Total de evasões dos últimos três anos: 1328
Evasões do campus Guarulhos dos últimos três anos: 518 (39% do total)
O pior campus em termos de estrutura. Não há prédio definitivo, não há moradia estudantil, as bolsas de auxílio são insuficientes, não há bandejão definitivo, xerox insuficiente, falta de salas de aula etc. E vocês querem argumentar que o que provoca evasão são as greves?
Gente… compraram a sua simpatia com esse tipo de argumento? Rapaz, os motivos que leva alguém a desistir do curso são inúmeros, mas a maioria deles o próprio discente já tem ciência, por exemplo, de que a carga de leitura será grande, a distância e o tempo de deslocamento são acima da média, e dos eventuais sacrifícios que ele terá de fazer caso exerça alguma atividade remunerada ou também há o caso da pessoa que desiste porque simplesmente o curso não era bem o que ela imaginava ser.
Do jeito que você expõe, parece que os alunos são de suma ingenuidade e só descobriram as dificuldades do campus algum tempo depois que se matricularam, pura besteira! Esse argumento da eterna vítima não é muito eficaz, e quanto à baixa quantidade de formandos, bom, no mínimo isso demonstra com que precariedade eles conduzem a própria vida acadêmica ou então a ignorância em relação aos regulamentos de integralização curricular, a primeira coisa que fiz quando cheguei na unifesp foi entender como a grade curricular do meu curso se estrutura, já ouviu falar de “autonomia”? Pois bem… nem sempre você precisa esperar o “tio” vir pegar na sua mãozinha para lhe explicar como as coisas funcionam. Via de regra, quem realmente é aplicado nos estudos, cumpre com prazos e tenta, a custa de muita renúncia (balada, viagem, passeio, etc.) acompanhar as leituras, naturalmente se forma… pois é de se estranhar que haja pessoas no campus que considerem “reprovação” como algo virtuoso. Para mim, ficar seis anos na mesma instituição e não se formar devido à desídia chega a ser imoral, principalmente quando este mesmo sujeito, que mal consegue dar conta da própria vida, roga-se para si o direito de cuidar da vida dos outros.
a mensagem postada acima é para o TERRORISTA.
Sobre a greve ser uma imposição da “minoria autoritária”: http://youtu.be/irX_wn4mPU0
Avance para o momento 4:14
Essa greve é um mentira, a mais deslavada de todas!!! na primeira assembleia onde perdi meu precioso tempo, havia gente de outros campus votando, para dar impressão de legitimidade! tantos companheiros apoiam a greve do campus Pimentas, mas só aqui tá paralisado seu otário (a) “terrorista”!
Essa gente se alimenta do caos!!! pois é a única forma de vida que eles conhecem para suas mentes perturbadas e suas vidinhas mal resolvidas! cansaram de afrontar o pai e a mãe e vem aqui confrontar aquilo que eles acreditam que seja o meio e o fim de tudo: a universidade. Uma notícia, há vida pós-universidade!!! Nós que temos vida pós-universidade temos que terminar o curso para ir enfrentá-la.
Acorda babaca! aproveita essa sua mente fraca e vai se alistar nas FARC, Al-Qaeda, HAMAS, ETA como bucha de canhão! faz um favor pra humanidade! a gente promete que ergue um monumento em sua homenagem, cada um de nós, erguerá um monte de bosta na privada!
Gostaria primeiramente de agradecer a adesão ao manifesto e a divulgação do mesmo, porém acho importante ressaltar que não há nenhuma posição definida com relação as pessoas que idealizaram tal manifesto (seja a favor ou contra a greve), o que estamos buscando com o manifesto é remodelar o movimento estudantil. Hoje este movimento encontra-se desgastado e com problemas em agregar os estudantes e suas pluralidades e é isso que queremos primeiramente contribuir, portanto não quero que pensem que o manifesto é uma manifestação em si apenas para o fim da greve, isso vai da posição particular de cada integrante tanto do manifesto como dos novos adeptos e simpatizantes (há pessoas que são a favor a continuidade da paralização e outras contra), porém há um consenso que da maneira que está não pode ficar, continuando ou não a greve o manifesto visa mudar os rumos do movimento estudantil em si e da mobilização constante por todos os alunos, conciliando as suas diferenças e pluralidades.
Aproveitem bem, vocês tem mais dois dias para serem motivo de chacota.
Obrigado pelo tiro no pé! Vou resumir seu raciocínio: então, os alunos insatisfeitos com o movimento grevista saem da UNIFESP e vão para uma faculdade particular, pois lá, ainda que a qualidade seja MUITO inferior, irão se formar logo. Perfeito! Admitindo que isso seja o que realmente acontece, não é egoísmo? Ora, se você admite que a má formação em faculdades particulares acarreta na má formação de crianças e adolescentes, não deveria este aluno (inconformado com os grevistas, mas tão comprometido com altos padrões morais) trabalhar pela melhoria da formação de professores?
Ou seja, ainda que eu admita a sua brilhante conclusão, o interesse individual prevalece quando os alunos abandonam a UNIFESP. De outro lado, os que ficam e pressionam a gestão para que as condições de ensino e pesquisa sejam minimamente congruentes com qualquer projeto de transformação social a médio e longo prazo, estes, dizia, defendem o interesse coletivo!
Já havia perguntado o seguinte:
“O sacrifício do interesse particular (estudantes que já estão na instituição, e que querem se forma logo, para tão logo ganhar rios de dinheiro como filósofos, sociólogos, pedagogos, historiadores… profissionais) em benefício do interesse geral (nossos filhos e netos, que correm o risco de encontrar um ensino igual ou pior do que o que temos agora) é antidemocrático?”
Se vocês não perceberam, coloquei meu codinome como “terrorista” (entre aspas), pois é como vocês, “os contra”, nos classificam. Demonstrei que a greve é democrática, pois o seu CONTEÚDO é democrático: extrapola o interesse individual, a figura do mero aluno matriculado. Nós, grevistas, estamos trabalhando por uma educação melhor para TODOS! E isso não é pretensão. Você reconhece que “ a distância e o tempo de deslocamento são acima da média”! Ora, não sabe que reivindicamos construção da moradia estudantil, e outras linhas alternativas ao trajeto de Itaquera? As dificuldades que você admite são fruto de MÁ ADMINISTRAÇÃO DE DINHEIRO PÚBLICO! No limite, posso até abrir mão de querer o bem de todos, e continuar sem contradição. Pago imposto, estou estudando na UNIFESP e por isso estou em condições de dizer que o dinheiro está sendo MUITO mal empregado.
Como nos acusam de demagogia, vamos aos números:
Em 2009, das 338 evasões da UNIFESP, 157 foram de Guarulhos: http://www.unifesp.br/prograd/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=1130&Itemid=300
Em 2010, das 468 evasões, 150 foram de Guarulhos: http://www.unifesp.br/prograd/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1317:transferencia-externa-unifesp-2011-1o-semestre&catid=423:transferencia-2011-externa&Itemid=100033
Em 2011, das 522 evasões, 2011 foram de Guarulhos: http://www.unifesp.br/prograd/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1550:transferencia-externa-unifesp-2012&catid=494:transferencia-externa-2012&Itemid=100035
Total de evasões dos últimos três anos: 1328
Evasões do campus Guarulhos dos últimos três anos: 518 (39% do total)
O pior campus em termos de estrutura. Não há prédio definitivo, não há moradia estudantil, as bolsas de auxílio são insuficientes, não há bandejão definitivo, xerox insuficiente, falta de salas de aula etc. E vocês querem argumentar que o que provoca evasão são as greves?
Ops… Em 2011, das 522 evasões, 211 foram de Guarulhos
Ou seja, justamente no ano em que não houve greve discente, houve um aumento expressivo do número de evasões. Ao passo que entre 2009 e 2010, quando houveram duas greves consecutivas, o número de evasões diminuiu (pouco, mas diminuiu).
O seu raciocínio é esquisito, principalmente quanto à interpretação dos números de evasões. Comecemos assim, os cursos voltados para área de tecnologia de informação, engenharia. saúde e ciências humanas aplicadas obviamente terão menos desistências porque a formação deles é mais técnica, quem entra lá visa a ser profissional numa área específica e a formação pela Unifesp dá melhores de condições de inserção no mercado de trabalho, esse é um ponto. O outro é em relação à posição que as ciências humanas ocupam no Brasil, bom, a grande maioria acaba visando, profissionalmente, à docência na educação básica, que sabemos ser uma profissão não muito bem remunerada e cheia de percalços por motivos que não cabe a mim discutir aqui.
Entendo que o número de evasão seja elevado, mas não podemos inferir que os cursos de humanas estão em pé de igualdade com as demais áreas ofertadas pela Unifesp, pois como evadir-se dele é uma decisão estritamente individual, obviamente o aluno que pensa em fazer tal coisa avalie as dificuldades em face aos ganhos futuros que tal diploma traria. Por isso que, imagino, seja mais fácil um rapaz de 18 anos evadir-se do curso de Filosofia do que de Administração de Empresas, por exemplo. Como não somos eternamente acadêmicos, cedo ou tarde há de se sair para “ganhar a vida” e tal pensamento está no horizonte de todos, a diferença é que uns ignoram e outros optam por facilitar o caminho, mas aí vai de cada um.
Agora quanto à estrutura do campus, bom, há aí um problema conceitual que, pelo que vi, alguns mais extremados não aceitam, que é a velocidade das transformações. Infelizmente, o tempo da burocracia é diferente do tempo do aluno. Se há o dinheiro para se construir o prédio, mas não há interessados em fazê-lo, o mais prudente é encontrar alguém que o faça, correto? Pois o que se tem aqui não é um empecilho promovido pela administração, mas sim algo que é externo a ela e que para se cumprir, faz-se necessário que um conjunto de trâmites jurídicos se cumpram justamente para que acusações levianas não surjam, nesse ponto faz-se mais do que preciso que os críticos do sistema sejam os primeiros a conhecer os pormenores de seu objeto de crítica, algo que passa bem distante da cabeça de alguns “revolucionários. Em relação à moradia estudantil e xerox insuficiente, por exemplo, são temas que podem ser discutidos em outro foro que não uma greve, imagino que alternativas a isso demandem construção de pensamento juntamente com os professores e a administração, porém, creio que de início o prédio novo seja algo mais urgente do que as demais reivindicações, não me parece que a administração esteja indisposta a dialogar conosco, porém, creio que há uma certa precariedade na construção da pauta dos grevistas porque misturam coisas urgentes e não tão urgentes num mesmo discurso. Sem contar a falta de cortesia e ordem de exposições das reivindicações que são manifestas naqueles vídeos.
Antes de terminar essa divagação, uma observação acerca do que você disse na afirmação a seguir:
“…Demonstrei que a greve é democrática, pois o seu CONTEÚDO é democrático: extrapola o interesse individual, a figura do mero aluno matriculado. Nós, grevistas, estamos trabalhando por uma educação melhor para TODOS! E isso não é pretensão.”
Pelo menos para mim isso demonstra a precariedade desse movimento que muito facilmente se converteu num autoritarismo que resultou em certas hostilidades. Digo isso porque, a rigor, você não demonstrou coisa alguma, pois não há conexão justificável entre a legitimidade do conteúdo e sua forma de expressá-lo, uma vez que ele pode ser expresso de outras formas distintas a da greve. Outra coisa, impor o interesse coletivo ao individual é justamente macular as aspirações que levaram cada um a se matricular naquele lugar, você assume que o interesse coletivo é o mais importante porque está claramente simpático a um determinado grupo, mas e quem não estiver na mesma situação que a sua deve mesmo seguir as imposições que vocês estipulares sob justificativa de que elas são frutos de “ações democráticas”? Cujos métodos são completamente obscuros, falta regulamento e organização no movimento estudantil no campus, lá praticamente se ganha no grito. O cômputo de votos é qualitativo, o que é ridículo, alguns lá se julgam “eternos líderes”, como se a cadeira fosse vitalícia, aliás, que cadeira? Pois sequer há votações quantitativas para tal. Veja, o Campus tem quase 3 mil alunos, nunca vi uma alma pensar num expediente que possa abarcar pelo menos 75% de votantes, pois a relação “movimento estudantil x aluno” se dá ao contrário, isto é, vocês querem que o aluno vá ao movimento, mas sequer pensam no contrário. Sabemos que por n-razões alguém simplesmente não consegue participar, mas não seria mais coerente criar instrumentos claros e objetivos que visassem facilitar a participação dele? O que precisa ficar bem claro é que se o problema é de todos, a solução, obviamente, não poderá partir de alguns.
Você disse bem ao chamar de divagação esse seu “argumento”. Veja este estudo (dados da própria UNIFESP): http://prae.unifesp.br/arquivos-documentos/category/37-dados-estatisticos
Nas paginas 24 e 25 deste estudo constam as faixas de renda familiar por campus: o campus de guarulhos é o de renda mais baixa.
Dê uma olhada também nas páginas 63 e 65: o campus de guarulhos tem o maior índice de alunos que trabalham para sustentar a família.
O motivo da evasão é ECONÔMICO, a ingerência nos processos administrativos da instituição é uma questão POLÍTICA!
Coloquemos as coisas no seu devido lugar. Nós, que usufruímos de um serviço público, não temos qualquer obrigação de conhecer os procedimentos burocráticos tão bem como os próprios burocratas. Isso é trabalho deles, nós somos o público, ponto. O que temos o direito e dever de fazer é avaliar o tipo de atendimento dado pela instituição às nossas demandas. Isso se faz cobrando prazos, e este movimento tem feito isso.
Ah, claro:
PERMANÊNCIA JÁ!
E se não bastasse, você ainda tem coragem de discutir forma e conteúdo. É ocasião de questionar o Estado de Direito, instituição tão cara a você. De acordo com o seu brilhante raciocínio, democrático não se resume ao conteúdo, mas sobretudo à forma. Ora, meu querido saco de pancadas, medidas policiais refletem que tipo de ideal democrático?
Reafirmo:
A greve é democrática, pois o seu CONTEÚDO é democrático: extrapola o interesse individual, a figura do mero aluno matriculado. Nós, grevistas, estamos trabalhando por uma educação melhor para TODOS!
Quanto a meu raciocínio ser “esquisito, principalmente quanto à interpretação dos números de evasões”, você deve estar se referindo ao fato de eu ter feito questão de dissociar as greves das evasões. Reconheço ter perdido meu tempo, mas o fiz unicamente em resposta ao cidadão que disse que “a razão para a evasão escolar é o fato de que os que realmente precisam se formar acabam indo procurar faculdades privadas, nas quais terão uma formação muito pior mas pelo menos poderão tocar a vida em vez de perder, ano sim, ano não, um semestre de conteúdos que nunca são recuperados. Ou seja, vão para faculdades nas quais vocês não estão”.
Dado este passo, apresentei números que inviabilizam a argumentação de vocês dois. Quem vai ser o primeiro a jogar a toalha?
Longe de mim querer que vocês venham a defender a greve. O que quis foi “aterrorizar” o imobilismo de vocês. Pessoal, provocações à parte, usem toda essa inteligência de vocês para a melhoria das condições de ensino e pesquisa. Parece que vocês tem mais pena do diretor acadêmico, do reitor e da Dilma do que dos alunos da graduação que abandonam o curso por falta de estrutura. O menino pobre não merece contemplar as estrelas, ou uma bela poesia, tanto quanto o abastado?
Insiste em nivelar desiguais, pior… isso sequer é de alçada somente estudantil. Cursar humanas não é a forma mais recomendada para quem quer ganhar dinheiro, e lamento por aquele que entrou na faculdade acreditando em tal coisa, estão se projetando para além de suas atribuições ao se julgarem capazes de trabalhar pelos interesses de todos… ou quase todos, pois não preciso de gente que decida o que é ou não adequado pra mim. Essa ideia de “Todos por um mundo melhor” me soa de pretexto para enfiar arbitrariedades goela abaixo daqueles que discordam.
Bom, já que é assim, paro por aqui. Eu te dei números, faça o uso que julgar adequado. A matemática é apenas um instrumento, entram em cena agora as representações de mundo, e vocês já se posicionaram a este respeito: di$põem individualmente da$ condiçõe$ mínima$ para que $e po$$a e$tudar, e pra você$ isso ba$ta, não se importando com a melhoria das condições sociais (coletivas) de o ensino e pesquisa. Nossos pontos de vista são inconciliáveis. Fim de papo.
AAAAhhhh!!!!! Ele pega a dutra com 600 mil carros, tadinho dele…”snif”
Não tem moradiiiaa, a comida do bandeijão não é boooa… que dó….”SNIF, SNIF”
PORRA, A POPULAÇÃO PEGA A DUTRA COM 600 MIL CARROS TB, EM PÉ, COM ÔNIBUS CHEIO PARA GANHAR O PÃO DE CADA DIA, E AINDA PAGAR A MENSALIDADE DA FACULDADE. Vão trabalhar!!!
A Unifesp não tem moradia estudantil, mas eu sei que uma das alunas mora em um apartamento próprio em um dos condomínios, ( se ela é socialista ela que divida o apartamento com os camaradas) kkkk
Pequenas contradições da vida hauahuhuaahuahu
EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA!
NOTÍCIA EXTRAORDINÁRIA DECORRENTE DA GREVE E OCUPAÇÃO!
A GREVE E A OCUPAÇÃO NA UNIFESP RESULTOU EM GRANDE DIVULGAÇÃO PELA MÍDIA. LEVANDO A PRECARIZAÇÃO DO CAMPU A TODAS AS PARTES DO BRASIL, AGORA VEJAM O QUE ESTÁ DEIXANDO AGITADA A DIREÇÃO DA UNIFESP (e os lacaios “ALPHACETES ESCROTINHOS”):
– COMPROMISSO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO: nomeação de REPRESENTANTE para acompanhar NEGOCIAÇÕES entre os ESTUDANTES e a UNIFESP.
– COMPROMISSO DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO: convocação da REITORIA para AUDIÊNCIA PÚBLICA e os ESDUDANTES ESTÃO CONVIDADOS!
ASSEMBLÉIA GERAL DIA 10/05/2012 – 19h00min – PARTICIPEM!
DENUNCIA PÚBLICA: GUERRA NA UNIFESP PIMENTAS GUARULHOS!
VIMOS À PÙBLICO denunciar as “MEDIDAS REPRESSIVAS” da diretoria ACADÊMICA E PARTE DA CONGREÇÃO QUE SEMPRE DEU APOIO ÀS TRAPALHADAS DA DIRETORIA ACADEMICA DO CAMPUS PIMENTAS:
1. É fato que os movimentos GREVISTAS desde 2007 denunciam o ESTADO PRECÁRIO EM QUE SE ENCONTRA A UNIFESP PIMENTAS E DEMAIS CAMPI e, os culpados são os 48 ESTUDANTES COM PROCESSOS, EMBORA ABSOLVIDOS PELA PRÓPRIA JUSTIÇA!
2. É fato que a PRÓPRIA DIREÇÃO DA UNIFESP ASSUME QUE HOUVE PROBLEMA DE GESTÃO!
3. É fato que a DIRETORIA ACADEMICA E PARTE DA CONGREGAÇÃO esta tentando CRIMINALIZAR O MOVIMENTO ESTUDANTIL, visando atacas OS ESTUDANTES QUE ESTÃO NA LINHA DE FRENTE, INCLUSIVE CALOUROS!
4. É fato que a própria UNIFESP ESTA EM CRISE, inclusive da VILA CLEMENTINO, assumido pelo Reitor em Colóquio, que também reconheceram os ERROS NO CAMPUS PIMENTAS!
5. É fato que o MEC destina VERBAS PÚBLICAS para a antiga direção da EPM- ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA, atual UNIFESP e, desde 2007 eles ADMINISTRAM MAL ESTA VERBA PÚBLICA, inclusive o REITOR ANTERIOR FOI AFASTADO DO CARGO DEVIDO A DENUNCIAS QUE ESTÃO SENDO APURADAS.
6. É fato que o PLANO DE EXPANSÃO FEDERAL trouxe MILHARES DE ESTUDANTES QUE NÃO CONSEGUIAM (dadas às condições sócio-econômicas que os tiravam da concorrência dos FORMADOS EM ESCOLAS PRIVADAS DE EXCELENTE QUALIDADE) FORAM BENEFICIADOS PELO ENEN E PELA EXPANSÃO DO GOVERNO FEDERAL – no entanto, é fato que a maioria das universidades deste PLANO DE EXPANSÃO tem problemas e muito das VERBAS PÚBLICAS DESTINADAS SÃO “MAL ADMINISTRADAS”. NÃO ESTAMOS NEM FALANDO EM CORRUPÇÃO!
7. É fato que vai ficar na história de LUTAS DOS ESTUDANTES DO CAMPUS PIMENTAS-GUARULHOS (veja no próximo tópico) um fato ocorrido e que LEMBRA o caso “RIO-CENTRO”, quando uma bomba estourou no colo de militares! Ou seja, tinha um destino e acabou sendo um TIRO NA CULATRA!
8. É fato que o caso “SINDICANCIA-PIMENTAS” foi um TIRO NA CULATRA, uma vez que a SINDICÂNCIA APROVADA NA CALADA DO DIA tinha um propósito insano: JOGAR GASOLINA DA FOGUEIRA. Isto porque, dentro de um AMBIENTE TENSO eles SABIAM E CALCULARAM que a proposta de OCUPAÇÃO DA DIRETORIA, rechaçada diversas vezes antes, poderia ser aprovada em PLENÁRIA DO COMANDO DE GREVE, causando divisão e mais tensão no ambiente E NO MOVIMENTO!
9. É fato que este rompimento provocado pela DIRETORIA E PARTE DA CONGREGAÇÃO, além de derrubar a proposta do PRO-REITOR LEDUINO (que se comprometeu a não haver PUNIÇÕES CONTRA OS GREVISTAS), COM A PROVÁVEL OCUPAÇÃO (QUE ACABOU ACONTECENDO), poderia dar em CONFLITOS ENTRE OS ESTUDANTES E TROPA DE CHOQUE!
10. É fato que esta atitude irresponsável e fora de propósitos (CASO SINDICÂNCIA-PIMENTAS) detonava a FRENTE DE NEGOCIAÇÕES ENTRE OS ESTUDANTES E O PRÓ-REITOR, também poderia contribuir para um ESTADO DE VIOLÊNCIA, inclusive contra muitos CALOUROS que estavam na OCUPAÇÃO e não tinha nenhuma EXPERIÊNCIA QUANTO A ESTE TIPO DE ENFRENTAMETO! Esta grave denuncia os pais ou responsáveis de todos os alunos; a opinião pública e as demais AUTORIDADES devem ser informadas. É o desespero de justificar o injustificável!
11. AGORA, TAMBÉM É FATO QUE O CASO SIMILAR AO “RIO-CENTRO”, saiu pela CULATRA. A BOMBA VAI ESTOURAR NO COLO DELES!
12. Com certeza nem o PRO-REITOR E NEM O PRÓPRIO REITOR, vão assumir, tanto esta MEDIDA INSANA quanto a MÁ GESTÃO DO DIRETOR ACADÊMICO EM GUARULHOS! Em tempo: MUITO MENOS O MEC!
13. Porque o MEC? SIMPLES, desde os 60, 70, 80 o MOVIMENTO ESTUDANTIL SEMPRE LUTOU PELA “AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA” e isto ocorre na UNIFESP! O MEC ENVIA AS VERBAS, MAS NÃO ADMINISTRA!
14. Agora, entre a AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA E A MÁ GESTÃO, pensamos que não tem nada a ver – PORTANTO É FUNDAMENTEAL QUE O MEC ENTRE NESTA HISTÓRIA E VEHA O OUTRO LADO DA HISTÓRIA REAL!
15. É FATO QUE A OCUPAÇÃO, decorrente do “CASO SINDICÂNCIA-PIMENTAS” e a GREVE 22 DE MARÇO – OS ESTUDANTES CONTRÁRIOS A ESTE ESTADO DE COISAS
16. DOIS FATOS BOMBAS E LONGE DA PRECARIZAÇÃO ESTRUTURAL: TODA ESTA LUTA E CRISE INSTAURADA PELA GREVE REVELARAM A VERDADEIRA “FACE” (ou “alphacinha”) DE MUITOS ESTUDANTES: PRECONCEITO E MACHISMO, como também dos DOCENTES ESCOLÁSTICOS.
17. FATO: TANTO A GREVE COMO A OCUPAÇÃO LEVARAM todos estes FATOS Á MÍDIA!
18. COM ISTO, TIRAMOS O MOVIMENTO ESTUDANTIL QUE ESTAVA ISOLADO DA SOCIEDADE DESDE 2007, tanto pela ENTRADA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NAS NEGOCIAÇÕES como alguns setores que cometem de forma insana DESVIOS PEQUENO-BURGUESES!
19. ENTRADA DO MEC e a AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO – CONVOCANDO A “REITORIA”
20. ALERTA: para evitar BRIGAS E INTERESSES “POLÍTICO-PARTIDÁRIOS” que certamente não interessa ao MOVIMENTO ESTUDANTIL a CONVOCAÇÃO da “ALESP” DEVERÁ SER APENAS E SIMPLESMENTE DA UNIFESP – administrada pela maioria da ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA, com acompanhamento dos ESTUDANTES EM MASSA!
21. Por último: É FATO O QUE O DESESPERO DA DIRETORIA ACADEMICA: FECHAMENTO DA UNIVERSIDADE (fechos portões ontem e depois abriu, quando alguém PENSOU); comunicar que tem “bolsas de R$ 300,00 para estudantes” (NÃO SOMOS CONTRA, QUEREMOS QUE SEJA MAIS ALTA ESTA VERBA E, PRINCIPALMENTE, QUAL SERÁ O CRITÉRIO DE ESCOLHA DOS ESTUDANTES); ESTÁ ENVIANDO CARTAS AOS ESTUDANTES, PRINCIPALMENTE PARA OS CALOUROS; está colocando ONIBUS À DISPOSIÇÃO DOS ESTUDANTES e ainda fazendo diversas pressões CONTRÁRIAS Á CONTINUIDADE DA GREVE, QUE SERÁ VOTADA NESTA QUINTA-FEIRA, DIA 10/05/2012 às 19h00min!
Só não enxerga que está dentro da LÓGICA DA HERMENEUTICA DO AFETO (exemplo bem simples: ocorre um pênalti real e a maioria da torcida contrário NÃO QUER ENXERGAR) PARA ALGUNS ESTUDANTES e, outros, sabem o que estão fazendo, a serviço de quem, e o porquê do seu INTERESSE: os seguidores dos ‘ALPHACINHAS ESCROTINHOS”, ou seja, a galera PRÁTICO-UTILITÁRIA, preconceituosa, machista e, vejamos blogs, BAIXO-NÍVEL!
ESTUDANTES QUE LUTAM PELA GREVE COM RESULTADOS EFETIVOS: COMPAREÇAM EM MASSA! CASO CONTRÁRIO A MAIORIA DOS “ALPHACETES e APOIADORES” – CONVOCADA PELA UNIFESP – PODERÃO INTERROMPER UMA VITÓRIA ESTRONDOSA CONTRA ESTE ESTADO DE COISAS E SEUS RESPONSÁVEIS!
ESTUDANTADA: ATÉ A VITÓRIA!